Entrevista com Cassandra Jean, a artista por trás da versão mangá de Beautiful Creatures

Laurbits.com recentemente conversou com a artista por trás do mangá de Beautiful Creatures, Cassandra Jean. Confira uma parte da entrevista:

Nos conte sobre você – quem você é, como você começou a desenhar mangá, e o que há de especial em mangá que você gosta?

Olá! Sou Cassandra Jean! Bebo Gatorade, como Cadbury Creme Eggs, e dona de um cachorrinho chamado Yukiko! Basicamente, eu vivo para criar arte. Como eu comecei a desenhar mangá… foi provavelmente como a maioria das pessoas. Eu amava quadrinhos quando era criança, particularmente as histórias do Garfield, eu até tinha o telefone do Garfield, eu meio que senti falta disso… mas eu fiquei mais velha e fui descobrindo o maravilhoso mundo do mangá quando eu escolhi Blade of the Immortal. Era provavelmente um pouco pesado para minha primeira viagem à terra dos mangás, mas eu realmente me encantei pela arte e por como as histórias são profundas no mangá, ao contrário dos quadrinhos americanos que pareciam tão fúteis em comparação. Não me entenda mal, os quadrinhos americanos são ótimos também, mas eu achei o Mangá e a novela gráfica mais atraentes. Com a variedade de traços e gêneros disponíveis. Acho que foi realmente isso que me impressionou e me puxou pra esse mundo, foi a variedade de gêneros. Eu adoro ler shojo, mas eu também adoro shounen. E eram tantos diferentes e novos artistas que eu não conseguia me satisfazer.  E eu realmente queria criar  algo assim e me envolver com este mundo.

Sim, a grande variedade de assuntos no mangá também me fascina! Fiquei completamente surpresa com o “peso” e a seriedade das histórias, especialmente aquelas feitas para garotas. Magic Knight Rayearth por exemplo, um dos meus mangás favoritos, era definitivamente do estilo shojo e com protagonistas femininas mas a história tinha elementos de aventuras e até algumas reviravoltas trágicas – não é algo que se pode achar facilmente nos quadrinhos norte-americanos.

Onde aprendeu a desenhar com tanta complexidade e tão bem? Eu sinto que seu trabalho tem um tanto de humor, mas também contém temas obscuros, o que torna dinâmico, uma narrativa multifacetada.

Eu adoro como o mangá pode possuir mais de um gênero. One Piece por exemplo me faz rir muito em um instante, então meio capítulo depois eu estarei literalmente chorando e soluçando. Como você disse, eu acho que o gênero do mangá é muito mais complexo e profundo que a maioria dos quadrinhos americanos. Tegami Bachi é outro dos mangás que você tem que ler quando mais ninguém estiver perto, pois você pode espontâneamente cair em lágrimas. Apesar de todas as lágrimas, eu acho incrível estes autores conseguirem colocar tantas emoções dentro desses quadrinhos.

Para o resto da entrevista, clique aqui.

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